Olha o Alma Sonora expandindo mais uma vez as fronteiras da música espírita! Dessa vez, o grupo participa do Garagem do Faustão, mais novo festival de talentos da Globo. Intérpretes, compositores, duplas e bandas concorrem com clipes de músicas próprias. A proposta do concurso é dar visibilidade a trabalhos originais. Coisa diferente do que tem no mercado e tal...
Não tem prêmio em dinheiro, promessa de gravação de CD, DVD, nem nada do gênero. O regulamento deixa tudo em aberto a esse respeito. A única promessa é de abrir as portas da mídia para os trabalhos que forem do agrado da emissora:
A GLOBO poderá selecionar a cada semana, a seu exclusivo critério, os melhores vídeos para serem veiculados: (i) em TV aberta e/ou fechada, na TV Globo (exibição nacional e/ou regional) e/ou Globo Internacional (...) na Internet, no portal Globo.com, no site da TV Globo na internet (www.globo.com/redeglobo), ou no Portal do Programa (www.globo.com/faustão) (...)
A gente pode ver os vídeos inscritos, votar e comentar no site. Eles não garantem seguir as indicações do público. Mas é claro que não custa nada dar uma força pra chamar a atenção da Dona Globo, né não? Então, eis abaixo o vídeo inscrito pelo Alma Sonora E o link direto para votar e comentar sobre o material. Vamos agitar esse negócio, e mostrar que vale a pena investir na música espírita!!!
A bondade é o que desperta, somos anjos na floresta Tentando achar a luz; Quero todos, quero o mundo, quero você e tudo mais; O inseto tem armas, mas não fere a flor que o alimenta, Assim serei contigo e com todos que me saciam, A sede incontida de amar.
Esse é um trecho do poema O amor, você e algo mais, atribuído pelo médium cearense Sérgio Luís ao Espírito Ruggeri Rubens. O texto faz parte da obra Sempre Há uma Luz, lançada em 2001 pela editora DPL. O romance trata da experiência post-mortem de um grande roqueiro do Brasil. Desligamento do corpo antes da cremação, passagem pelos palcos do umbral, redenção, participação em ações de apoio aos encarnados...
A intenção do autor é muito clara: associar o protagonista da trama ao compositor Renato Russo. Desde o título, baseado num verso da canção A Via Láctea, até os nomes dos capítulos, tudo faz lembrar a obra do líder da Legião Urbana: a morte por complicações decorrentes da AIDS, a cremação, as referências ao gosto pelo cinema, à cultura italiana, à homossexualidade...
Mas, afinal, quem é mesmo o autor do romance? Deixamos ao leitor a tarefa de formar a própria opinião. Aos interessados, eis onde adquirir a obra a preços módicos:
http://espiritismocristao.blogspot.com/2009/01/para-nelson-xavier-viver-chico-xavier.html Para Nelson Xavier, viver Chico Xavier no cinema não é só um próximo trabalho, é uma sina. Desde que começou a carreira de ator, ele vem sendo confundido com o famoso médium por conta do mesmo sobrenome. Nelson já se irritou com a confusão, mas hoje a vê com outros olhos: — Ficava indignado de ser chamado de Chico e respondia grosseiramente. Hoje, aceito com satisfação, mesmo antes de saber que faria o filme. O convite para dar vida ao médium na telona veio há cinco anos, o tempo que Daniel Filho batalha para levar a biografia escrita por Marcel Souto Maior para os cinemas. As filmagens devem começar em março, mas a data de estreia já está escolhida: 2 de abril de 2010. — Parece que meu destino está envolvido com essa história. Cansei de escutar das pessoas que, um dia, eu interpretaria Chico Xavier. Mas a vida dele é mesmo extraordinária e merece ser contada — diz Nelson. Contato com entidades O ator tem se preparado para o papel visitando o Lar Frei Luís, conhecido centro espírita localizado em Jacarepaguá. Nelson Xavier tem se impressionado com o que tem visto por lá, apesar de nunca ter sido religioso. — Nunca me voltei para esse lado da religião. Minha formação é de comunista e acredito que só o amor e a solidariedade podem salvar o homem. Não se trata de uma conversão, mas não posso negar que fui tocado. Tenho presenciado muitas coisas e tive contato com entidades. Isso me emociona muito
--------->Hérick Chagas-->Saulo Ribeiro-->Lucas Alysson-->André Luiz-------------------->------------>O COMEÇO ------------------->-------------------------------> A Banda SKILLMOPH surgiu em Fortaleza-CE no ano de 2006,composta por Saulo Ribeiro(guitarra e vocal),André Luiz(bateria),Mário(baixo),Iiago(guitarra).
Formação atual: Saulo Ribeiro (Guitarra e Vocal), André Luiz (Bateria), Hérick Chagas (Baixo) e Lucas Allysson (Vocal). ------------------------------>--------------------> -------------------------->-----------------------> Eu conhecí a Banda " Skillmoph " quando fui apresentado pelo Sr. Helder Loureiro (pai do baterista André Luiz), que sugeriu o convite para eles se apresentassem no I Encontro Jovem da Juventude Espírita Ave Luz, cujo tema do Encontro seria " Deus ". .
O Encontro foi ministrado pelo Palestrante Espírita Nilton Souza. Sugerimos a abertura com uma música sobre o Tema "Deus". O Vocalista/Guitarrista e Compositor Saulo Ribeiro compôs uma música exclusivamente para o evento a qual intitulava-se " Deus ", que vocês poderão conferir no vídeo do You Tube postado aquí no blog.
A repercusssão foi positiva, o Palestrante Nilton Souza fez bantantes elogios à Banda e solicitou que o mantenha informado sobre a sua trajetória e pediu também que enviassem pra ele as demais letras de músicas da banda.
A Banda já se apresentou pela segunda vez no Ave Luz, desta feita no 4º Encontro de Arte, Cultura e Espiritualidade e nos abrilhantou cedendo a sua voz para a releitura de uma música espírita intitulada " Súplica a Jesus " visto que o tema do evento era " Jesus o Maior Educador da Humanidade ".Quero deixar claro que a banda não segue a linha Gospel nem espírita.
Eu particularmente acredito na Banda porque eles têm identidade e estilo próprios, e personalidade é fundamental para uma banda que pretende firmar-se no meio artístico.
Vejo nas suas letras a inquietação própria do jovem em transformação e o questionamento constante com o mundo à sua volta, as reflexões da vivência com as pessoas ao seu redor, as desilusões e a busca por um mundo melhor pra se viver em paz.
Estou muito feliz em ter descoberto esses talentos e espero vê-los brilhando nos palcos da vida! Grande abraço a todos!
Geraldo Mota Valintim Administrador do Blog ----------------------->-----------------------------> ---------------------------->---------------------------> 1. Eu E O Mundo 2. Friend's Song 3. Grandes 4. Inverno 5. O Céu É O Limite 6. Realidade Futura 7. Stand By Me 8. Deus 9. Hey Mana 10. Nova Embarcação 11. Um Lugar Pra Chamar de Meu -------------------------->-------------------------> --------------------------------->------------------->Conheçam um pouco da identidade da SKILLMOPH através das declarações de alguns dos componentes da Banda: BAIXISTA Hérick Chagas: Bom, como eu disse, eu tenho e eu sou o Baixista da Banda, é uma banda de Rock que se chama Skillmoph. Nós tocamos músicas de autoria própia e uma delas é essa aeh que chama-se "Inverno". Quem fez essa letra foi o vocalista e guitarrista da banda Saulo Ribeiro.
INVERNO
Eu vejo o sol a descansar E a lua clarear essa noite de inverno Eu tenho meus princípios, meus conceitos Minhas virtudes, meus defeitos Que até hoje eu guardo em mim
Tudo parece tão impossível E me dói não poder lutar Se o amor é mesmo tudo que existe Então te fará acreditar que eu existo pra você
Porque eu abro os meus olhos quando o vento me tocar Eu finjo mas eu fujo Eu tenho medo de te amar Eu sumo daqui Eu vou voar pra algum lugar onde o amor exista
Eu abro meus olhos mas ninguém me vê Eu fecho os meus olhos quando penso em você Eu abro os meus olhos mas ninguém me vê Nessa noite de inverno...
Espero que gostem da Letra, quem quizer acompanhar a banda, pode acompanhar pelo orkut nas comunidades da banda.
Abraço para todos :D ------------------------>--------------------------------> --> O PENSAMENTO FILOSÓFICO DO VOCALISTA " SAULO RIBEIRO" ------------------------->--------------------------------> Eu estou na travessia, onde a realidade e os sonhos colidem, mas quem disse que sonhos nao fazem parte da realidade? A realidade na verdade é o que você sente, e nao o que você vê. O que você vê ao seu redor é o que está em todo canto, e o que você sente, é exatamente o que você acredita, e isso é uma coisa pessoal sua, independente do que seja... mundos, pessoas imaginárias, duas vidas vivendo em um tipo de sintonia enigmática e ainda desconhecida, onde você divide sentimentos com algo que você não conhece, e assim, você fica perto do Deus que lhe trouxe para viver tudo isso. ---------------------------->-----------------------> --> BATERISTA e " Observador " André Luiz ----------------------->---------------------------->
Eu sou mais um dos poucos caras que tentam mudar o maldito mundo em que vivemos, e a minha arma é a música, e serÁ com ela que nós da skillmoph mudaremos essas mentes alienadas. bgs valeu galera! --------------------->--------------------------> --------------------------->--------------------> BLOG DA BANDA: http://skillmoph.blogspot.com/
Comunidae Oficial da banda http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=17134499
SkillMoph ABRINDO O PRIMEIRO ENCONTRO JOVEM DO GRUPO ESPÍRITA AVE LUZ COM A MÚSICA " DEUS "
DEUS Skillmoph Força... sua caminhada está no começo... Oh,oh! Você precisa de amor Mas... mesmo assim... por mais que você saiba que errou Existe Alguém lá em cima que não pára de olhar você pra mim Dias e noites nos teus sonhos e pensamentos Sempre pare pra ajudar alguém que um dia não parou pra ajudar você Pois em cada coração nasce uma força... chamada... Amor ,oh, oh!
Ele está em todas as canções Habitando todos os corações Inventor de todas as invenções... que há... de vir Ele é o mestre o velho ancião É a paz que vem em oração O melhor Pai amigo que eu já tive é... o meu Deus
SkillMoph NO PRIMEIRO ENCONTRO JOVEM DO GRUPO ESPÍRITA AVE LUZ COM A MÚSICA " HEY MANA "
HEY MANA! Skillmoph Chamei a todos para ver você chegar De um lugar, mágico Que só os olhos de meu Deus Viram além dos teus Que agora chegaram aqui Noites que acreditei estar no paraíso Mas sentia falta de algo perto de mim, perto de mim Hey Mana! O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana Venha ver tudo que construímos sós Quem quer lhe ver, eu já nem sei Hey Mana! O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana Venha ver tudo que construímos sós Quem quer lhe ver, eu já nem sei Algo que nem os reis poderiam comprar Com todas as moedas do mundo Sim, eles riram e falaram de mim Devem falar, eles falarão de mim Sempre me leve com você Se por um acaso se perder Hey Mana! O que nós descobrimos é o que eu já sei Mana Venha ver tudo que construímos sós Quem quer lhe ver, eu já nem sei ----------------------->---------------------------> ----------------------------->---------------------> Basta vocês pesquisarem no Google " skillmoph " que encontrarão vários link´s sobre a banda, bem como letras das músicas. Poderão ainda ouvir algumas músicas da Banda.
A expressão “arte espírita”, ao longo do tempo, já suscitou variados e constantes debates. De nossa parte, preferimos não polemizar e consideramo-la como sendo a comunicação das idéias espíritas através dos recursos artísticos, encampando, assim, toda e qualquer manifestação criativa do espírito humano. Assim sendo, a par da conceituação dos compêndios especializados sobre “o que é ou não é” arte, preferimos ampliar ao máximo nossa compreensão sobre o vocábulo, para, assim, englobar, inclusive, as construções literárias de nosso tempo. Hoje em dia, com os recursos técnicos da informática, entramos ainda numa nova fase da arte, qual seja a da “arte cibernética”, sem nos importarmos se o produto (resultado) será ou não “consumível”, “financeiramente avaliado”, ou, em última questão, “impresso e exposto”.
A partir desta premissa, procuremos situar o tipo de arte que recebe a adjetivação espírita. Lembramos, inicialmente, que as manifestações do Codificador e dos Espíritos Superiores – mormente no que concerne à definição da “música celeste” e da “arte espírita”, que, em suma, destacam que assim como a arte pagã foi sucedida pela cristã, esta o será, um dia, pela arte espírita, pois, segundo o espírito Alfred de Musset (Revista Espírita, Dezembro de 1860 – A arte pagã, a arte cristã, a arte espírita): “[...] o Espiritismo abre à arte um campo novo, imenso, e ainda inexplorado, e quando o artista trabalhar com convicção, como trabalharam os artistas cristãos, haurirá nessa fonte as mais sublimes inspirações.”
A comparação com a arte cristã é, pois, necessária e inevitável. Ocupando-nos, tão-somente, da observação das obras renascentistas, vamos ter excelentes exemplos para nossa digressão em relação à arte espírita. Onde se encontram, geralmente, as principais obras que transmitem religiosidade e fé, sob a efígie cristã? Nas igrejas, mosteiros e museus, de todo o mundo. Aqui mesmo, no Brasil, se precisarmos analisar a temática cristã na arte, teremos que, necessariamente, adentrar às principais igrejas das metrópoles, maravilhando-nos com a perfeição das formas, a riqueza dos detalhes e a consistência das cores.
Este é, primordialmente, o ponto de partida para nossa análise da profissionalização da arte. Mas, antes que dela nos ocupemos, façamos a seguinte admoestação: a que tipo de arte espírita estamos nos referindo? Isto, é claro, dentro da definição pontual de que “arte espírita é aquela que transmite idéias, preceitos, fundamentos, informações da filosofia espírita, através das suas mais diversas formas de expressão (artística), para expectadores, leitores, ou, até, consumidores”. Digo isto, porque há uma diferenciação específica no tocante ao “uso” da arte. Já explico: há arte espírita feita dentro das instituições espíritas (e para elas), como mormente se costuma considerar o trabalho (notável e oportuno) das secções de educação espírita (das variadas faixas etárias), que utilizam-se dos recursos artísticos para aprender/ensinar os postulados espíritas. É (ou não) arte espírita? Sem dúvida, porque os pressupostos básicos acham-se atendidos (utilização de recursos artísticos e transmissão de idéias espíritas).
Vamos, então, fazer um paralelo. Há, no Brasil, diversas companhias ou grupos de teatro espíritas. Vez por outra, eles visitam a sua cidade, geralmente apresentando esquetes ou peças – as mais das vezes, adaptações de livros consagrados, como os romances de Emmanuel, por exemplo. Apresentam-se, assim, nos melhores teatros das cidades, cobram ingresso e atraem multidões (entre espíritas, simpatizantes e curiosos). Fazem arte espírita? Sem dúvida, porque novamente aqui, atendem aos requisitos estabelecidos como fundamentais (vide parágrafo anterior).
Vejamos outro exemplo: a instituição espírita gostaria de comemorar seu aniversário de fundação ou o do mentor espiritual ou de um antigo trabalhador. Configura e institui um concurso literário ou um de música-tema, tendo como enfoque uma ou outra homenagem. Define-se, pois, os critérios, organiza-se o trabalho do concurso, convidam-se os críticos e julgadores, recebem-se os trabalhos, efetua-se o julgamento e realiza-se, enfim, a cerimônia de premiação dos vencedores e apresentação (ao público) dos trabalhos. É arte espírita? Evidente. Novamente são notórias as premissas daquela. Haveriam outros exemplos, igualmente ricos. Fiquemos por aqui.
No primeiro caso, quase sempre, a tônica é a do amadorismo. São estudiosos, interessados, alguns até expoentes da arte, em uma ou outra “modalidade”, filiados a este ou aquele grupo, ou, até mesmo, profissionais que militam no campo artístico, mas que emprestam voluntariamente suas horas livres a serviço da difusão da doutrina espírita, participando, numa instituição, nas áreas que lhe são mais atrativas e propícias, como o caso da educação. Nos dois outros, há uma maior ou menor profissionalização, na medida em que, no exemplo da peça teatral, o grupo ou companhia “vive disso”, arregimenta pessoas capazes que se credenciam através de cursos, universidades, trabalhos e outros, passando a buscar o sustento pessoal e de sua família, através da profissão artista. No outro, o do concurso (literário ou musical), geralmente são previstos prêmios (muitos em dinheiro), ou, indiretamente, se garante a publicação editorial ou a gravação (em estúdio) e a conseqüente comercialização do(s) trabalho(s) musicais. Este atrativo, inclusive, motiva artistas profissionais (nem todos espíritas ou simpatizantes da doutrina) para criarem seus trabalhos dentro da temática pedida, e, quase sempre, com excelentes resultados.
O leitor já deve ter percebido o real divisor de águas que existe na digressão acima. Em determinadas situações, temos a arte “amadora” e, nas demais, a “profissional”. Pelo visto, vamos aplicar aqui o adágio “daí a César o que é de César” para admitir que a “profissionalização” da arte espírita obedece aos parâmetros de sua configuração, em termos de objetivos e alcance. Qual o resultado que queremos? A que público pretendemos cativar? Com que “espécies” de propostas artísticas pretendemos “competir” no mundo social? Qual o produto que pretendemos colocar no mercado?
Penso, efetivamente, que uma configuração de arte não precisa, necessariamente, anular a outra. Entendo que há espaço, lugar, e até “mercado” para ambas. Há, inclusive, um comercial que vende “assinatura de jornal” que oferece como “brinde” um compêndio e um cd sobre a música popular brasileira, em que o fundo musical aponta para “aqueles que têm fino gosto e apurada percepção musical” (os que gostam da “boa” música), e os que ainda se comprazem com “coisas” como o “bonde do tigrão”. Há mercado para todos, ou, como se costuma dizer nas plenárias espíritas, a atração e o interesse por isto ou aquilo é direcionado pelo padrão evolutivo-espiritual de cada ser. Devemos, então, continuar presenciando apresentações e construções artísticas ainda majoritariamente amadoras na execução, embora possamos estar diante de virtuoses ou grandes valores expoentes das artes. O diferencial, em nosso parecer, está na “estrutura” da apresentação/veiculação e no público que se almeja alcançar.
Fazendo um paralelo com outra área em que militamos – a educação espírita infanto-juvenil – costumamos apresentar o mesmo quadro comparativo: há as instituições que “aceitam” o trabalho, mas nele não investem “um centavo”, nem dão o apoio logístico e moral necessário para a melhoria da atividade, e há as que procuram “colocar cada macaco no seu galho”, credenciando para a tarefa os “especialistas”, que não precisam ser (ou nem sempre estão disponíveis) os pedagogos e professores das escolas e universidades públicas e privadas, mas são aqueles que demonstram um maior “feeling” para a proposta, os quais, quase sempre, mesmo não graduados, participam de cursos de formação/especialização/reciclagem, espíritas e leigos, para um melhor desempenho de seus misteres.
Aqui, como lá, o limite se estabelece entre “profissionais” e “amadores”. E o resultado será proporcional ao conjunto de caracteres que dispensarmos em seu projeto e execução. Em suma, se queremos uma arte de qualidade, necessariamente teremos que destinar aos executores um quantum de recursos e condições que possam desembocar em resultados positivos. É a hora, efetivamente, de se deixar de lado o proselitismo religioso e o espiritismo para dentro das nossas paredes e muros, para apresentar à sociedade a proposta espírita de visão do mundo, das relações interpessoais e das ilações entre o plano dos vivos e o dos mortos. Há, assim, – mesmo mobilizando recursos financeiros e “premiando” financeiramente os profissionais da arte (ou da educação) com salários compatíveis aos de mercado, para propostas mais amplas, – que considerar que o “daí de graça o que de graça recebestes” não inviabiliza a permissão de que aqueles que vivem da profissão arte ou da profissão educação (pois há várias escolas “espíritas”, particulares, regiamente pagas, de norte a sul do país), possam ser aquinhoados de acordo com o “suor de seus rostos”. Honestamente.
Esta é a nova (?) proposta da arte espírita para o nosso tempo. E, mais uma vez, se não nos “instruirmos” para tal, e nos “amarmos” conforme a dicção espírita, poderemos, uma vez mais, enquanto homens, estarmos passando à frente o archote do conhecimento espiritual, para que outra concepção filosófica ou revelação divina, possa conduzir a contento a Humanidade. Porque nós, uma vez mais, deixamos de lado “o trabalho que seria nosso”. Viva a arte espírita!
O IX Momento da Arte Juvenil Espírita (MOARJE) reúne no Teatro Marista, próximo dia 19 (domingo), grupos de música, teatro e dança para apresentações que começam às 14h. A abertura fica por conta do veterano Luís Verão, seguido do Grupo Espiral de Luz, que faz uma exibição experimental da primeira experiência concreta com dança espírita no Ceará. Jeart Ave Luz, Cantar É Viver, Espírito de Arte e Gotas de Orvalho também se apresentam ao longo da tarde. A principal novidade dessa edição é o 1º Festival Cearense de Curtas Espíritas. Os interessados podem se inscrever na livraria Sinal Verde, à R. Princesa Isabel, 255, ou, por telefone, com Aristides Barros (85) 8853.2850. O ingresso para o evento custa R$5,00 e será vendido na hora do evento.
O Grupo Espírita Ave Luz comemora 17 anos de atividade com uma semana inteira de palestras, estudos e apresentações artísticas. A programação começa na segunda-feira, dia 13 de abril, e prossegue até o domingo, dia 19, com uma série de atividades em torno do tema Jesus, o maior educador da humanidade.
Durante a semana, o evento acontece todos os dias das 19h30 às 21h30, com exposição de tema e apresentação musical. No sábado, o horário é das 8h30 às 12h e das 14h30 às 21h30. E no domingo, o encerramento, acontece das 9h às 12h, com uma supresa programada para o final.
Eis a programação completa, que acontece sempre na sede da instituição, à Avenida A, 220, Loteamento Nova Fortaleza - Jangurussu, próximo ao campo do Conjunto Almirante Tamandaré:
Dia 13
Pedro Patriota (CE): Jesus, o maior educador da humanidade
Luís Verão: apresentação musical
Dia 14
Alcides Lopes (CE): Meu reino não é deste mundo
Grupo Musical Gotas de Orvalho: apresentação musical
Ercília Braga (CE): Há muitas moradas na casa de meu pai
Dia 15
Exibição do filme Os Órfãos
Dia 16
Válter Borges (MG): Parábola do semeador
Grupo Cativar: apresentação musical
Dia 17
Válter Borges (MG): A fé transporta montanhas
Grupo VEM: apresentação musical
Dia 18
Sandra Araújo (CE): Bem aventurados os puros de coração
Ken Williams: apresentação musical
Válter Borges (MG): Espiritismo e Cristianismo (adultos) e Jesus no templo (jovens)
Cantar É Viver: apresentação musical
Romário Fernandes (CE): Jesus e a educação para a morte (jovens) e Bem aventurados os aflitos (adultos)
Espírito de Arte: apresentação musical
Dia 19
Banda Skillmoph: apresentação musical
Válter Borges (MG): Fala aos Jovens sobre Jesus
Grupo Musical Gotas de Orvalho: apresentação musical
Teddy Williams: contação de histórias às crianças Ao longo da programação, haverá ainda dinâmicas de grupo, evangelização infantil e feira de livros. Maiores informações: (85) 3269-0199 / 3081-7847 / 8779-0786 / 8780-7942. O evento é uma promoção da FEEC e da União Distrital Espírita 5, com realização do Grupo Espírita Ave Luz (GEAL) e do Instituto de Pedagogia Espírita do Ceará (IPE).